quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PROFESSORA LÚCIA HELENA BRILHA NO CAMPUS DE PACOTI


Abrindo o site da UECE li uma reportagem sobre o campus de Pacoti. Dizia o seguinte:

“O Espaço Nordeste e Cidadania inaugurado no último sábado (07/01), no Campus Experimental de Educação Ambiental e Ecologia da Universidade Estadual do Ceará (UECE), em Pacoti, região serrana do Maciço de Baturité, a 130 km de Fortaleza, já dispõe para 2012, recursos no valor de R$ 5 milhões para atender mini-empresários, produtores rurais e Micro e Pequenas Empresas (MPE) de oito municípios daquela região. Outra linha de financiamento é o Prona Florest, em que o produtor da área do Maciço pode dispor, a longo prazo - em 18 anos - de investimento para reflorestamento de sua propriedade. A informação é do Superintendente Estadual do Banco do Nordeste, Francisco Rivônio de Morais Pinto, que representou o presidente do Banco do BNB, Jurandir Vieira Santiago, durante a solenidade de inauguração do Espaço Nordeste, presidida pelo Reitor da Uece, Assis Araripe.

A cerimônia foi aberta ao som de música de flauta e sax, seguido por um grupo de integrantes dos diferentes programas sociais oferecidos pelo Campus de Pacoti, em que cada um falou de sua experiência de treinamento e deram as boas vindas ao Espaço Nordeste e Cidadania. A professora Lúcia Helena Grangeiro, coordenadora do Campus, referindo-se as ações daquela unidade da Uece, disse que queria contar uma historinha. Lembrou como e onde conheceu a presidente do Instituto Nordeste Cidadania (INEC), encontro de onde nasceu a idéia do Espaço Nordeste. Todos os parceiros da Uece para as ações do Campus de Pacoti, como a Chefe de Gabinete da Prefeitura de Pacoti, Cinthya Vieira, que representou o prefeito Rômulo Cruz, o representante da Fundação Deusmar Queirós e vice-presidente, Vicente de Paula, a presidente do INEC, Cássia Regina Andrade falaram na ocasião.

O Reitor Assis Araripe ao encerrar a solenidade, fez um breve discurso e disse que queria também contar a sua historinha. Lembrou da época em que foram iniciados os entendimentos para a assinatura do termo de comodato entre a Uece e a Fundação Educacional Deusmar Queirós, no início dos anos 2000. Professor Araripe disse que graças aos convênios e parcerias, hoje, o Campus de Pacoti conta com projetos importantes, como Com. Condomínio Digital, resultado de parceria com a SEDUC e Instituto Aliança.

Em seguida, foi realizado o lançamento do livro “Ditames do Coração” da poetisa Rosimar Brito Arruda. A obra e a autora foram apresentadas pelo professor Jampierry Silveira de Almeida, diretor da Escola Menezes Pimentel, onde a escritora exerceu a função de professora até a sua aposentadoria. O livro foi adquirido pelo Reitor Assis Araripe, o primeiro da lista a ser autografado. No final da cerimônia, os presentes foram convidados a participar do descerramento da placa do Espaço Nordeste, localizada na parte externa da sede do Campus Experimental de Educação e Ecologia da Uece. A placa foi descerrada pelo Reitor Assis Araripe, Vice-Reitor Antônio de Oliveira Gomes Neto, pelo Superintendente do BNB, Rivônio Morais, pela presidente do INEC, Cássia Regina, pela Pró-Reitora de Extensão, Celina Ellery, pela coordenadora do Campus de Pacoti, Lúcia Helena Grangeiro. Os presentes foram convidados ainda a visitar todos os espaços do Campus de Pacoti.”

Percebe-se nesta notícia que a Profa. Lucia Helena continua com toda a sua garra, em um local que tem a cara dela. A escolha de Lúcia Helena para o campus de Pacoti foi muito acertada pelo reitor, prof. Araripe. A Lúcia Helena que cultivava uva em sua casa no centro de Quixadá em plena seca do Sertão Central, fará muito em Pacoti, terra abençoada pelo clima ameno do Maciço de Baturité. Parabéns Lúcia Helena, continue assim com esta garra.

DECLARAÇÃO DE AMOR À UECE


Prof. Francisco Artur Pinheiro Alves

Do Curso de História da UECE

Artur.uece@yahoo.com.br

A Universidade Estadual do Ceará, patrimônio do povo cearense, está a merecer das autoridades estaduais, tanto do Legislativo quanto do Executivo, uma atenção e um olhar especial.

A primeira coisa que deve ser feita é corrigir uma histórica injustiça para com o seu corpo docente e de sua co-irmãs, URCA E UVA. Trata-se do cumprimento, por patê do Governo Estadual, da lei do piso salarial dos professores, que desde 1997, vem sendo protelado, com inúmeras ações tendo sido, igualmente, derrotado em todas. O Supremo Tribunal Federal já determinou que o piso dos professores é legal e deve ser pago, mas o governo não cumpre a determinação judicial cometendo uma ilegalidade, um desrespeito aos professores, às suas universidades.

Mas não fica por aí, a necessidade de um cuidado especial do governo com para com a UECE. Hoje a universidade tem uma carência de aproximadamente 300 professores. Urge, portanto, que se faça concurso público para o preenchimento dessas vagas, sob pena de inviabilizar o trabalho docente na universidade com prejuízos incalculáveis para os seus estudantes e todos os projetos de pesquisa e extensão que a mesma desenvolve. A luta por concurso na UECE é uma constante, está na pauta dos dois sindicatos docentes e da reitoria da universidade, que administrativamente tem tentado viabilizá-los a todo custo, mas não teve êxito até o momento.

O terceiro ponto igualmente importante e que merece a mesma atenção por parte do Executivo e do Legislativo estaduais, é o concurso para servidores técnico-administrativo. Não se tem notícia de que na história da UECE tenha sido realizado concurso público para funcionários. O quadro de funcionário estatutário está sendo reduzido gradativamente em função de aposentadorias e não se realiza concurso. Para suprir esta carência faz-se a contratação de terceirizados, que não resolve o problema em definitivo. Hoje na UECE a relação entre estatutários e terceirizados é próximo da ordem de 30% para 70% respectivamente. Percebe-se aí uma ilegalidade. Nunca uma instituição pública pode funcionar com maioria de terceirizados. É aceitável uma relação da ordem de 20% mas acima de 50% é um verdadeiro absurdo. Neste caso é urgente que a Assembléia Legislativa resolva o impasse das vagas de funcionários da UECE, atualize o plano de cargos e carreira dos funcionários e o governo do Estado providencie o concurso imediatamente.

É bom ouvirmos no noticiário da imprensa as informações de superávit de arrecadação do estado, os investimentos magnânimos que o governo está fazendo no campo do turismo, na infraestrutura do estado, mas é preciso investir na educação, na ciência e tecnologia, para que todo este surto de crescimento se transforme em um desenvolvimento sustentável.

O povo do Ceará espera dos governantes uma postura mais sensível em relação à sua universidade. Há uma frase célebre de Antoine de Saint-Exupéry que diz: “quem ama cuida”. Até aqui não é este o sentimento que o governo transmite em relação à UECE, pelo contrário parece que há uma má vontade dos governantes, ao longo dos anos, com a sua universidade, o que é lamentável.

HOMENAGEM AO PROF. SANTIAGO


Francisco Artur Pinheiro Alves – do Curso de História da UECE

Artur.uece@yahoo.com.br

Dia 30 de janeiro de 2012, o professor José Maria de Santiago dará entrada no seu pedido de aposentadoria, após 35 anos de bons e profícuos serviços prestados à UECE. O professor Santiago é um exemplo de servidor publico pela sua competência e dedicação.

Quando entrei na UECE como aluno em 1979.1 o professor Santiago era coordenador do Ciclo Básico. Depois, já como professor, tive o privilégio de trabalhar com ele na Comissão do Concurso da FECLESC, criada pelo professor Perípedes Chaves e composta por ele, pelo professor Carlos Jacinto de Oliveira, da Física e por mim. A presença dele na Comissão foi fundamental para o sucesso de nosso trabalho.

Santiago atuou durante muitos anos como assessor da pró-reitoria de extensão, ao lado da professora Tereza Rocha. Por um período de 08 anos, nos mandatos do professor Gilberto Telmo e deste professor, como diretores da FECLESC, ele foi coordenador do vestibular daquela faculdade, sempre designado por um outro grande profissional, o prof. Odanir, enquanto esteve à frente da CEV. Depois das provas do vestibular saímos para almoçar em seu Del Rei, ouvindo as músicas de Fernando Mendes, do qual é fã.

Santiago exerceu vários outros cargos na UECE, dos quais destaco a presidência da Comissão Executiva do Vestibular – CEV. Atualmente é sub coordenador do curso de Ciências Sociais, no campus Fátima.

O encontrei as 07:45h da manhã do dia 06 de janeiro, no pátio do CH, chegando para o trabalho. Foi naquela oportunidade que me fez o comunicado de que iria se aposentar. Receba o professor Santiago, os nossos cumprimentos e o desejo de uma boa e merecida aposentadoria. Você merece uma grande festa, por não poder oferecê-la, escrevo-lhe estas mal traçadas linhas e todas músicas do Fernando Mendes. Um grande abraço.

HOMENAGEM AO PROF. SANTIAGO

Francisco Artur Pinheiro Alves – do Curso de História da UECE

Artur.uece@yahoo.com.br

Dia 30 de janeiro de 2012, o professor José Maria de Santiago dará entrada no seu pedido de aposentadoria, após 35 anos de bons e profícuos serviços prestados à UECE. O professor Santiago é um exemplo de servidor publico pela sua competência e dedicação.

Quando entrei na UECE como aluno em 1979.1 o professor Santiago era coordenador do Ciclo Básico. Depois, já como professor, tive o privilégio de trabalhar com ele na Comissão do Concurso da FECLESC, criada pelo professor Perípedes Chaves e composta por ele, pelo professor Carlos Jacinto de Oliveira, da Física e por mim. A presença dele na Comissão foi fundamental para o sucesso de nosso trabalho.

Santiago atuou durante muitos anos como assessor da pró-reitoria de extensão, ao lado da professora Tereza Rocha. Por um período de 08 anos, nos mandatos do professor Gilberto Telmo e deste professor, como diretores da FECLESC, ele foi coordenador do vestibular daquela faculdade, sempre designado por um outro grande profissional, o prof. Odanir, enquanto esteve à frente da CEV. Depois das provas do vestibular saímos para almoçar em seu Del Rei, ouvindo as músicas de Fernando Mendes, do qual é fã.

Santiago exerceu vários outros cargos na UECE, dos quais destaco a presidência da Comissão Executiva do Vestibular – CEV. Atualmente é sub coordenador do curso de Ciências Sociais, no campus Fátima.

O encontrei as 07:45h da manhã do dia 06 de janeiro, no pátio do CH, chegando para o trabalho. Foi naquela oportunidade que me fez o comunicado de que iria se aposentar. Receba o professor Santiago, os nossos cumprimentos e o desejo de uma boa e merecida aposentadoria. Você merece uma grande festa, por não poder oferecê-la, escrevo-lhe estas mal traçadas linhas e todas músicas do Fernando Mendes. Um grande abraço.

domingo, 9 de outubro de 2011

CULTURA NA UECE

Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves. Curso de História do Centro de Humanidades da UECE

A Universidade Estadual do Ceará tem um grande potencial nas áreas da arte e da cultura. São grandes talentos que desapontam inclusive em festivais, como está acontecendo agora no Festival de Música da Rádio Universitária da UFC, no qual pelo menos um aluno de nosso curso de música está concorrendo com uma das músicas finalistas. Nossa fonte é a própria emissora apresentando os finalistas deste festival diariamente em sua programação.

O Curso de Música do Centro de Humanidades, um dos pioneiros da UECE, é um celeiro de músicos e artistas, muitos deles ainda sem uma oportunidade de divulgar o seu talento. Registramos o curso de música mas há artistas em todos os cursos, em todos os lugares da UECE, como há em outras instituições.. Todo este potencial deve ser mobilizado, valorizado e a ele dado espaço para que possa manifestar-se e divulgar a sua arte a sua manifestação cultural.

Apesar de não ser desta área propriamente, mas entendemos que a área da cultura, deve ter um destaque, um olhar mais atento da administração superior da universidade. Para tanto carece que se discuta com os que compõem esta área dentro da universidade, para tratar de um planejamento para a cultura na universidade. Uma das sugestões que temos indicado desde os debates para reitora na eleição passada, e que colocamos como proposta de nossa pré-candidatura naquele momento, seria a realização de um grande festival de cultura na UECE, em que se privilegiaria as várias linguagens artísticas existentes na instituição, contemplando funcionários, estudantes e professores de todos os seus campim.

Evidentemente que se trata apenas de uma proposta, há inúmeras outras ações que podem ser desencadeadas. Para tanto apontamos a necessidade de um planejamento participativo para buscar os caminhos que se deve trilhar neste campo. O que não pode é a universidade passarão largo desta questão, sem uma política cultural definida.

Neste momento e com esta manifestação, o que nos move é tão somente a vontade de colocar este tema da arte e da cultura no debate dos reitoráveis. A proposta do festival portanto, não é o principal e sim o debate.Com certeza muita coisa já está acontecendo na universidade neste campo e muitas idéias poderão surgir a partir do momento em que se abrir essa discussão. O que é mais importante é abrir um espaço para esta discussão e no próximo mandato a UECE elaborar, de modo participativo uma política cultural institucional. Fica mais esta sugestão para a crítica e a apreciação dos candidatos e candidatas e para a comunidade acadêmica de nossa querida UECE.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

SOBRE AS FUTURAS ELEIÇÕES PARA REITORDA UECE

Estamos próximo de mais um processo de escolha do próximo reitor da UECE. O que se comenta é que o prof. Araripe não se candidatará à reeleição. Sendo isto um fato, haverá, naturalmente, o surgimento de muitos pré-candidatos e candidatas, a este cobiçado cargo, pelo menos é o que se espera. As conversações já estão em andamento, no momento ainda de forma tímida mas brevemente estarão a pleno vapor.

O que se espera do novo reitor ou da nova reitora da UECE? O que está na ordem do dia em relação às carências da nossa instituição é concurso público para funcionários técnicos administrativo e professores. Este é o maior desafio da próxima gestão da UECE. E tal desafio esbarra na decisão política do governo do estado, que ao longo dos últimos anos não tem dado o tratamento devido à universidade da qual é mantenedor.

Para se ter uma idéia da gravidade do problema, a UECE há mais de 25 anos, não realiza concurso para funcionários técnico administrativo. O seu quadro de funcionários a cerca de 25 anos era de aproximadamente 700[1] e hoje só está em atividade a metade deste montante pois a outra metade se aposentou e não houve concurso para substituição. Atualmente a maioria dos funcionários técnico-administrativos da universidade sé terceirizada. Isto é um problema muito sério, penso que caberia até uma medida judicial contra o governo do estado, pois tal situação é inconstitucional. E o que é pior, uma grande parte dos atuais funcionários estatutários está próximo da aposentadoria.

No que se refere ao quadro docente, a situação é também muito preocupante. Há uma carência de cerca de 300 professores, vagas estas surgidas, também, por aposentadoria e falecimento de professores. Para compensar parte desta perda a universidade tem recorrido à seleção de professores substitutos. Tal procedimento é compreensível enquanto se organiza o concurso público ou em casos emergenciais, mas não pode ser regra. Preocupado com esta situação o movimento docente da UECE, tem denunciado esta situação e reivindicado do governo a realização do concurso. A atual reitoria tem se empenhado também em solucionar este problema, mas ambos não lograram êxito.

Diante destes dois grandes problemas, cuja solução está nas mãos do mantenedor da universidade, que é o governo do estado, aqueles e aquelas que se dispuserem a disputar a reitoria da UECE para o próximo reitorado, terão que convencer a comunidade acadêmica de como solucionarão esta difícil questão. Este é, a nosso ver, o grande mote da disputa eleitoral para a reitoria UECE. Vamos aguardar.



[1] Os números aqui apresentados não são oficiais, são estimativas pessoais do autor

UMA REITORA NA UECE


Prof. Dr. Francisco Artur Pinheiro Alves

Centro de Humanidades / Curso de História

Estamos vivendo novos tempos, com as mulheres colhendo os frutos de uma luta milenar para conquistar a igualdade com os homens. O primeiro registro de uma postura sem preconceito com as mulheres, foi de Jesus, que ao ser colocado diante de uma prostituta que a lei de então lhe conferia o apedrejamento, foi enfático: “quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”. Como só ele não tinha pecado, ninguém se atreveu a jogar a primeira pedra e ele a perdoou, ou seja a incluiu na comunidade, em pé de igualdade dos demais.

No Brasil a luta das mulheres é também muito longa. Na década de 1930 é que elas conseguem votar, na década de 1960 estas conquistas foram amplamente redimensionadas. Hoje temos as mulheres ganhando espaços em todas as instituições. Nos três poderes da República, chegando ao ápice com a presidente Dilma Russef, sendo a primeira presidente do Brasil. Somente na Igreja Católica é que as mulheres ainda não conseguiram espaço no clero, pois não se ordenam mulheres. Dom Clemente Isnard, o mais progressista dos bispos do Brasil, ex-bispo de Nova Friburgo e ex-vice presidente da CNBB e do CELAN, que faleceu dia 24 de agosto, defendeu a ordenação de mulheres na Igreja, em seu livro “Reflexões de um Bispo sobre as instituições religiosas” da editora Olho D’água.

As universidades, várias delas tiveram e tem mulheres como reitora.A mais recente é a reitora da URCA professora Otonite Cortez. Na UECE tivemos várias professoras diretoras de Centro, Pró-reitoras e até reitora interina, como é o caso da nossa colega Conceição Pio, para exemplificar.

Estamos com uma eleição para reitor à vista, então eu estive pensando, por que não termos candidatas a reitor? É verdade que já tivemos candidatas em outros pleitos, mas agora o momento é outro. Estamos num momento muito propício à ascensão das mulheres, proporcionado pela ascensão da Presidente Dilma Russef, à presidência da República e amparado por um lastro histórico de lutas bastante consistência na área da igualdade de gênero.

Mas não é só ser mulher, é preciso ter um bom projeto para a Universidade, ser uma pessoa equilibrada, ter um pouco de carisma, ser uma pessoa responsável e de bom relacionamento entre seus pares e os colegas de trabalho e ser capaz de formar uma boa equipe de trabalho. Sinceramente, acho que esta é a vez das mulheres também na nossa querida Universidade Estadual do Ceará. Quem se habilita?